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THE GUILTIER 

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BHLDN
Ontem fui dormir me sentindo uma menina com uma flor. Aquela de Vinícius de Moraes, aquela mesma, que tem uma voz que não sai. A diferença é que eu não tinha uma flor. E nem um ursinho chamado Nounouse.
Ontem, fui deitar agarrada com uma ursinha de nome Aurora (quase um Nounouse, mas feminino) porque, assim como a menina com uma flor eu também me sentia assim, meio perdida no mundo. E também chorei feito boba abraçando a Aurora e falando de ti. Me senti uma menina que não pisca nunca.
Porque ontem, eu que não tinha sequer uma flor, também percebi que adoro purê de batata e ficar te olhando por horas com meus olhos que não piscam. Percebi que não canto tão baixo como a menina com uma flor, mas que desafino bonito, como suponho que ela o faça. E, no entanto, não havia nenhum fiel cavalheiro lutando por mim.
Eu, que me sentia uma menina com uma flor, mesmo sem ela, não tinha um alguém pra pedir companhia, muito menos em Paris. Nem alguém para me escrever uma canção chamada “Minha namorada” e dizer uma frase tão bonita quanto “infinito de nós dois”.
E eu chorei. Porque não era uma menina com uma flor, apesar de me sentir tão merecedora quanto ela. Porque eu não tinha uma ladeira bonita pra subir ao encontro de alguém. Porque o meu ursinho era fêmea e não se chamava Nounouse.
Eu chorei porque, mesmo não carregando uma flor nas mãos, me floria por dentro uma dor que só quem não é a menina com uma flor de alguém pode sentir.
by Baseado em “Para uma menina com uma flor” de Vinicius de Moraes. Rio-doce  (via
capitule)

(Source: rio-doce, via capitule)

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Katch Silva
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“Because sending a letter is the next best thing to showing up personally at someone’s door. Ink from your pen touches the stationary, your fingers touch the paper, your saliva seals the envelope, your scent graces the paper. Something tangible from your world travels through machines and hands, and deposits itself in another’s mailbox; their world. Your letter is then carried inside as an invited guest. The paper that was sitting on your desk, now sits on another’s. The recipient handles the paper that you handled. Letters create a connection that modern and impersonal forms of communication will never replace.”
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